domingo, 1 de novembro de 2015

O Padrão Bíblico Para Os Salvos.



                          ELIAS E MOISÉS: O PADRÃO BÍBLICO PARA OS SALVOS




Irmãos Amados,

A Paz do Senhor Jesus

A Palavra Profética é tão perfeita que cada detalhe ali escrito possui um significado maravilhoso apto a descortinar o sentido da revelação contida no Livro Sagrado. Nestas linhas que se seguirão vamos verificar que um exame minucioso do texto bíblico nos permite compreender tremendas revelações das Escrituras.

Nada está escrito por acaso, precisamos que o Espírito Santo nos abra o entendimento das Sagradas Escrituras. Que bom que o Senhor sempre coopera com sua Noiva! Neste estudo, trataremos de importantes textos do Apocalipse. Boa leitura a todos.  

ELIAS E MOISÉS: O PADRÃO BÍBLICO PARA OS SALVOS   
                     
I) No Monte da Transfiguração, os apóstolos têm uma visão do Reino Milenar do Messias tendo a seu lado Elias e Moisés  

Eis a visão reveladora no Monte da Transfiguração. Observe Mateus 17:1-5:

 1
Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte,

 2
E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.

 3
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.

 4
E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias.

 5
E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.


A qual tempo se refere a visão no Monte da Transfiguração?

No Monte da Transfiguração, o Pai e o Filho se manifestaram juntamente com o produto de seu trabalho realizado desde a criação: A Noiva do Cordeiro (representada por Elias que foi arrebatado tal qual será arrebatada a Noiva do Senhor) e Israel (nação representada por Moisés seu líder principal amplamente reconhecido pelos judeus).

Considerando que, na visão do Monte da Transfiguração, o Messias se encontra em glória, certamente a mesma se refere ao período do Reino Milenar de Yeshua (Jesus), após a Tribulação. 

Mas, vamos compreender este “tempo”, lendo mais atentamente o texto de Mateus 17;1-5:
      
 1
SEIS DIAS DEPOIS, (...),

 2
E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz.

 3
E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele.

(...)


 5
E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.


Ora, quantos dias se passaram para que o Pai e o Filho contemplassem, no Monte da Transfiguração, o produto de toda a sua obra desde a criação: Moisés (o remanescente de Israel) e Elias (a igreja arrebatada), além dos mártires da Grande Tribulação? A resposta está no texto acima: 6 dias.

Com esta informação, vamos buscar a revelação na Palavra Profética:

É dito em Gênesis 2:2-3:

2
E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.

3
E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.

Interessante que Jesus Cristo nos revela no evangelho de João 5:17 o seguinte:

17
E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

Ora, se o Pai e o Filho ainda trabalham, então não chegou ainda o sétimo dia, ou seja, o dia de descanso.

Por outro lado, observe que para o Senhor, 1.000 anos = 1 dia (2 Pedro 3:8 e Salmos 90:4)

Ao tratar da 2ª vinda do Senhor, o apóstolo Pedro em sua 2ª carta, no capítulo 3, em especial no versículo 8, nos revelou algo que não devemos ignorar quando o assunto é a 2ª vinda:
 
 8
Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.

 9
O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.

 10
Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.

Em diversas bíblias e dicionários bíblicos, verifica-se que Adão foi criado por Deus em torno de 4.000 anos a.C. Assim, de acordo com a equação de 2 Pedro 3:8: Se 1.000 anos são iguais a 1 dia, logo 4.000 anos são iguais a 4 dias, ou seja de Adão ao Messias transcorreram 4 dias. De Yeshua (Jesus) até os dias atuais se passaram aproximadamente 2.000 anos, ou seja, 2 dias. Logo se somarmos 4 mais 2 resultam 6 dias. Isto é, de Adão até os dias de hoje são passados 6.000 anos, ou seja, 6 dias.

Estes 6 dias, significando 6.000 anos, são os mesmos "6 dias depois" de Mateus 17:1 que também indicam "6.000 anos depois".

Logo ainda não chegou o sétimo dia de descanso, ou seja, ainda não chegou o 7º milênio de descanso. Sim, pois este milênio de descanso está prestes a começar tão logo comece e acabe a Tribulação, pois este 7º dia, ou melhor, 7º milênio, corresponderá ao Reino Milenar do Messias. Daí, o texto de Mateus 17:1 se referir categoricamente que “Seis Dias Depois” o Senhor estará em Corpo Glorificado com Elias e Moisés, significando, na revelação das Escrituras, que “Seis Mil Anos Depois”, o Senhor estará em Corpo Glorificado com a sua Esposa (representada por Elias) e com seu povo Israel (representado por Moisés).     

Seis dias depois, a obra estará concluída e, como 1.000 anos é igual a 1 dia, os seis dias correspondem a 6.000 anos, ou seja seis mil anos depois, o Pai e o Filho terão realizado toda a sua obra redentora: Restauração de Israel (Moisés) e Salvação dos Gentios (Elias). E como, hoje, estamos vivendo o tempo que equivale ao final destes 6.000 anos, sem dúvida alguma, o Rei Jesus está a ponto de arrebatar a sua igreja e dar início ao tempo do fim que culminará com o Reino Milenar do Messias, logo após a Grande Tribulação.


II) Como poderiam Elias e Moisés estarem ao lado do Messias na visão do Reino Milenar no Monte da Transfiguração, se eles ainda não haviam bebido do cálice (martírio) que o Messias bebeu?    

Observe, no texto de Mateus 17:1, que Tiago e João faziam parte da comitiva de três apóstolos que foram convidados pelo Senhor para contemplarem o Messias, que tinha ao seu lado Moisés e Elias.

E não foi à toa que, mais tarde, no cap. 20 de Mateus, a mãe de Tiago e João (filhos de Zebedeu), junto com seus dois filhos apóstolos, se dirigiu ao Messias para pedir que seus filhos tivessem a preferência do Messias para se sentarem ao seu lado no Reino. Ora, os filhos de Zebedeu ficaram maravilhados ao verem a glória do Messias e dos dois grandes profetas que apareceram junto ao Senhor no Monte da Transfiguração, conforme examinamos em Mateus 17. Observe agora Mateus 20:20-21:  

 20
Então se aproximou dele a mãe dos filhos de Zebedeu, com seus filhos, adorando-o, e fazendo-lhe um pedido.

 21
E ele diz-lhe: Que queres? Ela respondeu: Dize que estes meus dois filhos se assentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino.

Mas, ao responder com uma pergunta, Jesus vinculou que o assentar-se à sua direita ou à sua esquerda no Reino dependeria de os tais estarem preparados para beber do mesmo cálice (martírio) que Ele, o Senhor, beberia (Mateus 20:22-23). Confira.

 22
Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu hei de beber, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? Dizem-lhe eles: Podemos.

 23
E diz-lhes ele: Na verdade bebereis o meu cálice e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado, mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado.

Ora, Moisés e Elias, que ladeavam Jesus durante a transfiguração de sua Glória, no Monte Santo, ainda não haviam bebido do mesmo cálice que o Senhor haveria de beber na cruz. Moisés morreu de velhice em paz (Deuteronômio 34:5-7), e Elias foi, em paz, arrebatado ao céu em um carro de fogo (2 Reis 2:11). Como poderiam, então, estar à direita e à esquerda do Messias, se não haviam bebido do mesmo cálice (martírio) que o Messias haveria de beber?

Observe que, no Monte da Transfiguração, aparece o Senhor em glória com sua Esposa (representada por Elias) e com seu povo Israel (representado por Moisés). Sim, exatamente no Milênio, o Messias estará em glória regendo o mundo junto com sua Esposa entronizada (Apocalipse 3:21) e com Israel, seu povo eleito (Ezequiel 37:27-28). Ora, tendo em vista que a visão no Monte se refere ao Reino Milenar que se seguirá após a Tribulação, então, para que se cumpra a Palavra do Messias dada à mãe dos filhos de Zebedeu, segundo a qual estariam ao seu lado no Reino somente aqueles que bebessem do mesmo cálice (martírio) que Ele bebeu, certo é que Moisés e Elias - que estarão ao lado do Messias no Reino como revelado na Transfiguração - terão de beber do mesmo cálice (martírio) do Messias no período anterior ao Reino Milenar, ou seja, durante a Tribulação.

III) As duas testemunhas de Apocalipse 11:3-13 são as duas oliveiras da visão de Zacarias 4:11-14

No livro de Zacarias, as Escrituras fazem referência a duas oliveiras, uma à direita e outra à esquerda do castiçal. Eis o texto de Zacarias 4:11-14:

 11
Respondi mais, dizendo-lhe: Que são as DUAS OLIVEIRAS à direita e à esquerda do castiçal?

 12
E, respondendo-lhe outra vez, disse: Que são aqueles dois ramos de oliveira, que estão junto aos dois tubos de ouro, e que vertem de si azeite dourado?

 13
E ele me falou, dizendo: Não sabes tu o que é isto? E eu disse: Não, senhor meu.

 14
Então ele disse: Estes são os dois ungidos, que ESTÃO DIANTE DO SENHOR DE TODA A TERRA.

No Livro de Apocalipse, estas duas oliveiras mencionadas em Zacarias são reveladas como sendo as duas testemunhas que ministrarão a Palavra do Senhor a Israel e ao mundo, na primeira metade da Tribulação. Eis o texto de Apocalipse 11:3-6:

 3
E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias [os primeiros três anos e meio da Tribulação] vestidas de saco.

 4
ESTAS SÃO AS DUAS OLIVEIRAS e os dois castiçais que ESTÃO DIANTE DO DEUS DA TERRA.

 5
E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.

 6
Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.

Seriam Elias e Moisés mortos na Tribulação como mártires?

Apesar de Moisés e Elias não serem citados nominalmente no Apocalipse 11, certo é que as Escrituras revelam que duas testemunhas, com características especiais, pregarão à humanidade na primeira metade da Tribulação. Eis as Escrituras de Apocalipse 11:6:  


 6
Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia [Elias, com sua palavra, fechou o céu para que não chovesse – I Reis 17:1]; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue [Moisés converteu as águas em sangue – Êxodo 7:14-21], e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.


Observe que as duas testemunhas de Apocalipse 11:6 possuem características  próprias destes dois grandes profetas em sua passagem pela Terra: Elias, com sua palavra, fechou o céu para que não chovesse (1 Reis 17:1); e Moisés, com sua palavra, converteu as águas em sangue (Êxodo 7:19-21).

Logo, estas duas testemunhas são Moisés e Elias não somente pelo fato de suas características reveladas pelas Escrituras (1 Reis 17:1 e Êxodo 7:19-21) serem as mesmas reveladas em Apocalipse 11:6, mas também pela necessidade de que ambos devem beber do mesmo cálice (martírio) do Senhor para que se cumpra a palavra de Yeshua (Jesus) dada à mãe dos filhos de Zebedeu, a fim de que ambos possam estar à direita e à esquerda do Messias, tal como visto no Monte da Transfiguração (Mateus 17:1-5), bem como na visão de Zacarias em que as duas oliveiras de Zacarias 4:11-14 (que correspondem às duas testemunhas de Apocalipse 11:3-6) se encontram à direita e à esquerda do castiçal.         
 
IV) Elias e Moisés, as duas testemunhas de Apocalipse 11, ao final de seu ministério, serão mortos pelo Anticristo, bebendo, desta forma, do mesmo cálice (martírio) do Messias, habilitando-se a estarem ao lado do Messias no Reino Milenar


Desta forma, a Palavra Profética será confirmada, ao revelar que os dois profetas deverão beber do mesmo cálice do Senhor, tendo em vista que estas testemunhas, ao fim de seu ministério, serão mortas pelo Anticristo na metade da Tribulação, tal como descrito em Apocalipse 11:7-8:


 7
E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará.

 8
E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado.


Tendo bebido o mesmo cálice do Senhor, atendendo o requisito para estarem ao lado do Cordeiro no Milênio, tal como se apresentaram no Monte da Transfiguração, estes dois grandes profetas, Moisés e Elias, serão ressuscitados três dias e meio após suas mortes e subirão ao céu aos olhos de toda a humanidade. Eis o texto de Apocalipse 11:9-12: 

  9
E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.

 10
E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.
 11
E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.

 12
E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.

  
V) A morte, ressurreição e arrebatamento ao céu de Moisés e Elias, ao final da primeira metade da Grande Tribulação, servirão para encorajar os fiéis que vão preferir a morte ao invés de receber a marca da besta.

Passados os primeiros 3 anos e meio da Tribulação - período em que Elias e Moisés profetizarão para Israel e a todas as nações, incluindo os que não foram arrebatados -, estes dois profetas serão  mortos pelo Anticristo - que estará, neste momento, subindo do abismo, ou seja, assumindo gradativamente sua posição de governante mundial. A humanidade, predominantemente anticristã, vai comemorar a morte dos dois ungidos. Verão os corpos dos dois servos do Senhor estendidos por 3 dias e meio e exaltarão o Anticristo. Veja Apocalipse 11:7-10:

 7
E, quando [as duas testemunhas] acabarem o seu testemunho [ao final dos primeiros 1260 dias = ao final da primeira metade dos 7 anos de Tribulação], a besta que sobe do abismo [o anticristo assumindo sua face anticristã como o governante absoluto mundial na metade dos 7 anos de Tribulação]  lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará [matará Moisés e Elias].

 8
E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado [cidade de Jerusalém].

 9
E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.

 10
E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.

No entanto, ao fim dos 3 dias e meio, Deus ressuscitará Elias e Moisés à vista de todos, os elevará ao céu numa nuvem, e muitos, que antes se regozijaram sobre sua morte, agora contemplarão sua ressurreição eglorificarão ao Senhor. Veja a sequência do texto em  Apocalipse 11:11-13: 
 
11
E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.

 12
E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.

 13
E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.


Estes eventos servirão para encorajar não somente os judeus, mas também os gentios que não foram arrebatados, pois terão ouvido, junto com o restante da humanidade (Ap 11:10), os ensinamentos de Elias e Moisés durante os primeiros 3 anos e meio da Tribulação e, agora, ao contemplarem, junto com toda a humanidade, sua morte e ressurreição (Ap 11:7, 12), se sentirão finalmente fortalecidos para resistir ao Anticristo, que estará muito irado pelo fato de sua aparente vitória (por ter matado Moisés e Elias) ter sido transformada por Deus em uma estrondosa derrota (com a ressurreição de Moisés e Elias).

  
VI) Moisés, padrão bíblico para o povo de Israel na Tribulação

 Tendo participado, ao lado do Messias, da Transfiguração, Moisés, se constitui no padrão bíblico natural para o povo de Israel na Tribulação. Na primeira metade da Tribulação, ele vai preparar este povo, com a colaboração dos selados de todas as tribos dos filhos de Israel (Ap 7:4-8), para que, o remanescente do povo de Israel rejeite o Anticristo e reconheça Jesus como Salvador e Rei.   

Assim diz a Escritura Sagrada, em Deuteronômio 34:10, a respeito da forte ligação entre Moisés e o povo de Israel:

10
E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o SENHOR conhecera face a face;

Nos últimos 3 anos e meio da Tribulação, haverá um remanescente de Israel no deserto, o qual será separado por Deus com vistas à restauração da nação de Israel e ao cumprimento das promessas feitas a Abraão, Isaque e Jacó. Para estes judeus, não faltará água nem pão, pois serão alimentados (verso 6) e poupados da ira do Senhor, o qual os protegerá no deserto, sendo guardados para a restauração de Israel, a ser efetivada no final da Grande Tribulação, conforme Apocalipse 12:6,14:

 6
E a mulher [Israel] fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias [os últimos 3 anos e meio da Tribulação].
 14
E foram dadas à mulher [Israel] duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo [um ano], e tempos [dois anos], e metade de um tempo [meio ano], fora da vista da serpente.


O exemplo dado por Moisés, que conduziu o povo de Israel pelo deserto, será plenamente compreendido por este povo, que estará no deserto na segunda metade dos 7 anos. Ao final da Grande Tribulação, despertarão para o verdadeiro Messias, Yeshua (Jesus), que, então, se revelará a eles.

O remanescente do povo de Israel será salvo, quando o Messias retornar à Terra aos olhos de toda a humanidade para derrotar o Anticristo e todas as demais nações na Batalha do Armagedom em Jerusalém, ao final da Grande Tribulação. Veja a profecia de Zacarias 12:6-10, que trata da destruição das nações inimigas nesta batalha, do arrependimento e da salvação de Israel.

 6
Naquele dia porei os governadores de Judá como um braseiro ardente no meio da lenha, e como um facho de fogo entre gavelas; e à direita e à esquerda consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu lugar, em Jerusalém;

 7
E o SENHOR salvará primeiramente as tendas de Judá, para que a glória da casa de Davi e a glória dos habitantes de Jerusalém não seja exaltada sobre Judá.

 8
Naquele dia o SENHOR protegerá os habitantes de Jerusalém; e o mais fraco dentre eles naquele dia será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o anjo do SENHOR diante deles.

 9
E acontecerá naquele dia, que procurarei destruir todas as nações que vierem contra Jerusalém;

 10
Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram [olharão para Jesus que os estará salvando de todas as nações, destruindo-as, assim como ao Anticristo, ao final dos 7 anos de Tribulação]; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito.

Assim, o remanescente de Israel será salvo, como profetizou Isaías citado por Paulo na epístola aos Romanos (Rm 9:27):

 27
Também Isaías clama acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo.


VII) Elias, o padrão bíblico para os que serão arrebatados, antes do início da Tribulação


Tal como os fiéis serão, em breve, arrebatados às nuvens a encontrarem o Senhor nos ares, Elias também foi arrebatado ao céu em carros de fogo.

Compare os textos. Primeiramente, o arrebatamento de Elias em II Reis 2:9-12:


  9
Sucedeu que, havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim.

 10
E disse: Coisa difícil pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará, porém, se não, não se fará.

 11
E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.

 12
O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros! E nunca mais o viu; e, pegando as suas vestes, rasgou-as em duas partes.


E agora o arrebatamento da Noiva do Senhor descrito em 1 Tessalonicenses 4:16-17:


 16
Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

 17
Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.


Elias, assim, se tornou o padrão bíblico natural para os que serão arrebatados.


VIII) Elias e Moisés também servem de padrão bíblico para os mártires salvos durante a Tribulação, os quais recusarão o sinal (a marca) da besta, na metade da Tribulação


Tendo participado, ao lado do Messias, da Transfiguração, Elias e Moisés, se constituem também em padrões bíblicos naturais para os mártires que serão salvos durante a Tribulação, como veremos mais adiante. Assim sendo, Elias e Moisés também pregarão, durante a primeira metade da Tribulação, para os que não foram arrebatados, preparando-os, com a colaboração dos selados de todas as tribos dos filhos de Israel (Ap 7:4-8), para que, na ocasião determinada, rejeitem o sinal do Anticristo na testa ou na mão direita (Ap 13:16-18) e testemunhem de Jesus através da entrega de suas próprias vidas, a fim de herdarem o Reino do Senhor.  

Na metade dos 7 anos, o Anticristo, irado, em razão da derrota para o Senhor, que terá ressuscitado as duas testemunhas, vai determinar a todos que adotem uma marca na mão direita ou na testa, de tal forma que quem a recusar será morto. Isto no início dos últimos 3 anos e meio. Veja Apocalipse 13:15-17.


 15
E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. [esta verificação deverá ser feita pela aceitação ou não da marca, já que será obrigatória a todos, como no verso a seguir]

 16
E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,

 17
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

Por outro lado, o Senhor adverte que quem receber a marca será lançado no tormento eterno. Apocalipse 14:9-12:

 9
E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão,

 10
Também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.

 11
E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.

 12
Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.

Quem não for arrebatado e desejar tomar parte no Reino de Yeshua (Jesus) será provado quanto à sua fidelidade ao Senhor, na metade da Tribulação, devendo entregar sua própria vida, resistindo à besta e à sua marca.

Não há dúvidas, a chave da salvação para os que ficarem será rejeitar a marca do Anticristo (uma espécie de biochip), que será obrigatória. Isto tudo ocorrendo por volta da metade da Tribulação.

Tal como fez a Elias e Moisés, o Anticristo matará, então, muitos fiéis que, pelo fato de terem contemplado a morte e ressurreição de Elias e Moisés (Apocalipse 11:7-13), glorificarão a Deus, terão sua fé revigorada, e resistirão ao Anticristo, recusando a marca na mão direita ou na testa, preferindo a morte e crendo que serão ressuscitados tal qual os profetas foram. O próprio Espírito Santo os chama de bem-aventurados por terem feito esta importante escolha. Veja Apocalipse 14:13:

 13
E ouvi uma voz do céu, que me dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem.

Estes fiéis crerão que, tal qual Elias e Moisés foram mortos pelo Anticristo e ressuscitados por Deus, eles também serão mortos pelo Anticristo e ressuscitados pelo Eterno.

Ocorre que estes fiéis que resistirem à marca, na metade da Tribulação, apesar de serem mortos pelo Anticristo, também ressuscitarão, não 3 dias e meio depois como Moisés e Elias, mas 3 anos e meio depois, ao final da Grande Tribulação. Confira em Ap 20:4:

 4
E vi tronos; e assentaram-se sobre eles, e foi-lhes dado o poder de julgar; e vi as almas daqueles que foram degolados pelo testemunho de Jesus, e pela palavra de Deus, e que não adoraram a besta, nem a sua imagem, E NÃO RECEBERAM O SINAL EM SUAS TESTAS NEM EM SUAS MÃOS; E VIVERAM, E REINARAM COM CRISTO DURANTE MIL ANOS.

Observe o paralelo entre os profetas (Elias e Moisés) e os mártires salvos na Tribulação.

Comecemos por Daniel 9:27:

 27
E ele [o Anticristo] firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana [após três anos e meio] fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.
 

Elias e Moisés começarão seu ministério no início dos 7 anos. Ao completar 1260 dias (Apocalipse 11:3), ou seja, após 3 anos e meio, Elias e Moisés serão mortos pelo Anticristo (Apocalipse 11:7) que estará subindo do abismo, ou seja, estará assumindo gradativamente o governo mundial. Este fato confirma a profecia de Daniel segundo a qual, na metade da semana, após 3 anos e meio, o Anticristo apresentará sua verdadeira face anticristã, fazendo cessar o sacrifício no Templo de Jerusalém, revelando-se como assolador, abominável, e contrariando tudo que se refere a Deus.

Por sua vez, muitos dos que não forem arrebatados terão sido ensinados por estes dois profetas nos primeiros 3 anos e meio da Tribulação, crerão no Senhor, e, recusando a marca da besta, serão mortos pelo Anticristo por volta da metade da Tribulação.


Assim, Elias e Moisés também são confirmados como padrões para os mártires da Tribulação. Veja as semelhanças:

a) Elias e Moisés começarão seu novo ministério na Terra no início dos 7 anos de Tribulação; e os que não forem arrebatados também estarão na Terra no início dos 7 anos; 

b) Elias e Moisés serão mortos na metade dos 7 anos de Tribulação (Ap 11:3,7); e os que recusarem a marca serão mortos também na metade dos 7 anos de Tribulação;

c) Elias e Moisés permanecerão mortos por 3 dias e meio e, em seguida serão ressuscitados por Deus (Ap 11:11-12); os mártires salvos permanecerão mortos por 3 anos e meio e, em seguida serão ressuscitados por Deus ao final da Tribulação (Ap 20:4). 


Observe que o tempo em que Elias e Moisés permanecerão mortos será de 3 DIAS E MEIO; e o tempo em que os mártires permanecerão mortos será de 3 ANOS E MEIO. A única diferença entre o padrão formado por Elias e Moisés e os mártires salvos na Tribulação reside no espaço de tempo em que ficarão mortos.

Terá alguma relação profética entre os “3 dias e meio” em que os profetas permanecerão mortos e os “3 anos e meio” em que os mártires salvos na Tribulação permanecerão mortos?

Na profecia de Daniel 9:27 foi estabelecido, ESPECIFICAMENTE PARA O TEMPO DA TRIBULAÇÃO, que o período de uma semana representaria o período real de 7 anos de Tribulação, correspondendo para cada dia da semana um ano. (Reafirmamos que esta correspondência só é válida para a Tribulação de acordo com as Escrituras).

Ora, considerando que Elias e Moisés permanecerão mortos 3 dias e meio; e considerando que 1 dia equivale a 1 ano pela profecia de Daniel 9:27 para o período da Tribulação; então os 3 dias e meio em que Elias e Moisés permanecerão mortos apontam para os 3 anos e meio em que os mártires permanecerão mortos, confirmando, assim, que Elias e Moisés servirão de padrão para os mártires salvos na Tribulação.

Desta forma, os mártires da Tribulação se basearão no padrão, no exemplo, nas palavras e no comportamento de Elias e Moisés, e confiarão que terão o mesmo fim dos profetas: morte, ressurreição e salvação.

IX) Considerações Finais

Elias e Moisés no Monte da Transfiguração estavam ao lado do Messias na visão do futuro Reino Milenar de Yeshua (Mateus 17:1). Estes são os dois ungidos que estarão diante do Senhor de toda a Terra (Zacarias 4:14), ou seja, diante do Rei único da Terra no Milênio. São as duas oliveiras, que estarão à direita e à esquerda do castiçal (Zacarias 4:11). E, com efeito, durante a primeira metade da Tribulação, estes dois profetas serão as duas testemunhas que pregarão para judeus e gentios o testemunho de Yeshua (Apocalipse 11:3). E, assim, estas duas testemunhas são as duas oliveiras profetizadas por Zacarias, as quais assistem diante do Senhor de toda a Terra (Apocalipse 11:4).

Estas testemunhas têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia [Elias, com sua palavra, fechou o céu para que não chovesse – 1 Reis 17:1]; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue [Moisés converteu as águas em sangue – Êxodo 7:19-21], e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem (Apocalipse 11:6).

Para que estejam à direita e à esquerda do Messias em seu Reino Milenar, estes dois profetas terão que beber do mesmo cálice (martírio) que Yeshua bebeu (Mateus 20:20-23). Isto deverá ocorrer na Tribulação, pois em sua passagem pela Terra, Moisés morreu de velhice em paz (Deuteronômio 34:5-7), e Elias foi, em paz, arrebatado ao céu em um carro de fogo (2 Reis 2:11).  E, com efeito, estas duas testemunhas serão mortos pelo Anticristo na metade da Tribulação, bebendo do mesmo cálice de Yeshua (Apocalipse 11:7), cumprindo a Palavra do Messias em Mateus 20:22-23.

Moisés será o padrão bíblico para o remanescente de Israel (Deuteronômio 34:10), o qual será alimentado pelo Eterno durante a Grande Tribulação (Apocalipse 12:6, 14) e será salvo pelo Messias (Romanos 9:27) ao final da Tribulação (Zacarias 12:6-10).

Elias é o padrão bíblico (2 Reis 2:11) para a Noiva do Messias que será arrebatada (1 Tessalonicenses 4:16-17) antes da Tribulação (1 Tessalonicenses 5:9).

Elias e Moisés servirão também de padrão bíblico para os mártires salvos na Tribulação, os quais serão encorajados a resistir ao Anticristo até a morte, pois verão estes dois profetas serem mortos pelo Anticristo (Apocalipse 11:7) e, três dias e meio depois, serem ressuscitados pelo Eterno, à vista de toda a humanidade (Apocalipse 11:11-12), razão pela qual darão glória a Deus e se fortalecerão para suportar a perseguição do Anticristo até morte (Apocalipse 11:13).

E Yeshua cumprirá o padrão bíblico de Elias e Moisés para com os mártires salvos na Tribulação, pois a Escritura de Daniel 9:27 estabelece que um dia equivale a um ano quando a profecia trata especificamente do período da Tribulação, logo os três dias e meio em que Elias e Moisés permanecerão mortos predizem, com total perfeição, os três anos e meio em que os mártires permanecerão mortos, uma vez que estes serão mortos na metade dos sete anos Tribulação e ressuscitarão ao final período tribulacional (Apocalipse 20:4).

Amados, o padrão bíblico para cada plano de salvação será seguido fielmente por Yeshua, tanto para a Noiva do Messias, como para o remanescente de Israel, assim como para os mártires salvos na Tribulação.

O padrão para, nós, a Noiva do Messias que será arrebatada, é exatamente o do profeta Elias conforme estudamos acima. É importante que cada um de nós perceba que todos os fatos envolvendo a atuação do profeta Elias na Terra apontam para sua indignação com o povo de Israel por tolerar os deuses de Jezabel, Baal e Asera (1 Reis 18:18-19).

Ocorre que Yeshua deseja que sua Noiva seja fiel, assim como Elias se revelou fiel.

No dia do juízo, haverá pessoas que se dirão servos de Yeshua (Mateus 7:21-22), mas serão rejeitados por Ele com a forte expressão “nunca vos conheci” (Mateus 7:23). Também haverá pessoas que o Messias dirá que conhece suas obras de amor, fé, paciência e serviço, mas que também serão rejeitadas por tolerarem Jezabel (Apocalipse 2:19-20) e serão  deixadas para a Grande Tribulação (Apocalipse 2:22), ou seja, não serão arrebatadas.

Por que?

Porque toleraram a Jezabel, não atendendo ao padrão bíblico de Elias. Elias não tolerou Jezabel (1 Reis 18:18-19) e Yeshua exorta a igreja para que, seguindo o padrão bíblico de Elias, não tolere Jezabel (Apocalipse 2:19-20), o que significa não tolerar seus deuses.

No tempo de Elias, havia poucos em Israel que não dobraram seu joelho diante de Baal, mas o Eterno sabia quem era fiel (1 Reis 19:14,18). Da mesma forma, nos dias atuais, muitos têm se dobrado diante de Baal, mas a Noiva do Messias, que não tolera Jezabel, nunca vai tolerar os seus ídolos: Baal (ou deus sol) adorado e celebrado em festas, anualmente, pela Babilônia Romana, nos dois dias de solstício (o dia em que o sol está mais próximo da Terra e o dia em que o sol está mais distante da Terra), ou seja, 24 de junho (alguns denominam de “festas juninas”) e 24/25 de dezembro (alguns denominam de “natal”) e Asera (deusa da fertilidade) adorada e celebrada em festa, anualmente, pela Babilônia Romana, em data que alguns denominam de “páscoa” (não confundir com a Páscoa bíblica, a Pessach, que é celebrada em data diferente e foi instituída por Deus para o povo de Israel).

Logo, a essência de Elias, o padrão bíblico para a Noiva do Senhor, consiste em rejeitar Baal e Asera (1 Reis 18:18-19). O povo de Israel, nos dias de Elias, celebrava o Senhor no dia do deus-sol Baal (25 de dezembro) e Elias o exortou a não cometer tal abominação:


 21
Elias dirigiu-se ao povo e disse: “Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro? Se o Senhor é Deus, sigam-no; mas, se Baal é Deus, sigam-no”. O povo, porém, nada respondeu.


Amados, o Eterno não dará sua glória a outrem (Isaías 42:8). E Yeshua vem buscar sua Noiva fiel; Ele não vem buscar aquela que coxeia entre dois caminhos. Elias é o padrão bíblico para a igreja fiel. Todos que desejamos participar do Arrebatamento devemos buscar, no livro de 1 Reis, entender mais e mais o perfil do profeta Elias. Sua essência consiste em não tolerar Jezabel (a Babilônia Romana), nem tampouco seus ídolos (Baal e Asera), mesmo quando disfarçados em festas que supostamente tenham algum conteúdo cristão. E isto faz parte de expressa advertência do Messias em Apocalipse 2:18-23. E a Noiva do Cordeiro, certamente, não se curvará a Jezabel nem às suas festas pagãs.  

Que Deus os abençoe!

domingo, 5 de abril de 2015

Iran's nuclear agreement is bad for the world.

For Netanyahu, agreement is bad for the world.

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The Prime Minister of Israel, Benjamin Netanyahu, one of the leading politicians opposed to Iran's nuclear agreement, criticized the negotiations between Western powers and Tehran in interviews to u.s. networks NBC, ABC and CNN conducted this Sunday (05/04).

For Netanyahu, the decision established is "ideal for Iran and a nightmare for the rest of the world", as it leaves a "prominent terrorist State with a vast nuclear infrastructure" which could result in "a nuclear weapons race in the Middle East".
Three days ago, Iran and the G5 group +1 (USA, France, United Kingdom, Russia, China and Germany) decided the "key parameters" for the Persian country's nuclear program, a deal classified by President Barack Obama, as"history".

International inspectors have unrestricted access to the plants and the Iranian uranium enrichment will be limited and supervised for 10 years, in Exchange for the easing of sanctions.

"I believe that the real problem in the Middle East is to have countries like Iran seeking nuclear weapons with the explicit goal of annihilating the people [Israel]," said Netanyahu, on ABC.
The NBCnetwork, the Israeli Prime Minister asserted that "there is still time to intensify the sanctions" and that will continue pressing the United States Government to "get a better deal". "I'm not trying to kill any deal. I'm trying to kill a bad agreement, "he explained.

Asked by CNN if he trusted Obama, Netanyahu replied that the u.s. leader did what he thought best for his country, despite disagreeing with the decision may have been the best policy towards Tehran. "But that's not an issue of personal trust", justified the Israeli.

Relations between Netanyahu and Obama were strained after the visit of the head of the Government of Israel to Washington in early March. The trip was held after the invitation from Republican leader John Bohener to speak in Congress against American Iranian nuclear agreement.

However, the White House warned that it wasn't notified about the coming of Netanyahu, which generated discomfort after Obama refuse to meet him, under the justification that an eventual meeting could influence the Israeli general election, which would happen in the week following the visit of the Prime Minister.

Acordo nuclear com o Irã

 Para Netanyahu, acordo é péssimo para o mundo.

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, um dos principais políticos contrários ao acordo nuclear iraniano, criticou as negociações entre as potências ocidentais e Teerã em entrevistas às emissoras norte-americanas NBC, ABC e CNN realizadas neste domingo (05/04).

Para Netanyahu, a decisão firmada é “ideal para o Irã e um pesadelo para o resto do mundo”, pois deixa um “proeminente Estado terrorista com uma vasta infraestrutura nuclear” que poderia resultar em “uma corrida de armas nucleares no Oriente Médio”.

Há três dias, Irã e o grupo G5+1 (EUA, França, Reino Unido, Rússia, China e Alemanha) decidiram os “parâmetros-chave” para o programa nuclear do país persa, um acordo classificado pelo presidente Barack Obama, como“histórico”.

Inspetores internacionais terão acesso irrestrito às usinas e o enriquecimento de urânio iraniano será limitado e supervisionado por 10 anos, em troca da flexibilização de sanções.

“Eu acredito que o problema real do Oriente Médio é ter países como Irã que buscam armas nucleares com o objetivo explícito de aniquilar a gente [Israel]”, comentou Netanyahu, à ABC.

 À rede NBC, o premiê israelense afirmou que “ainda há tempo para intensificar as sanções” e que seguirá pressionando o governo dos Estados Unidos para “obter um melhor acordo”. "Não estou tentando matar qualquer acordo. Estou tentando matar um mal acordo", explicou.

Questionado pela CNN se confiava em Obama, Netanyahu respondeu que o líder norte-americano fez o que julgou melhor para seu país, apesar de discordar que a decisão tenha sido a melhor política perante Teerã. “Mas isso não é uma questão de confiança pessoal”, justificou o israelense.

As relações entre Netanyahu e Obama ficaram estremecidas após a visita do chefe de Governo de Israel a Washington no início de março. A viagem foi realizada após o convite do líder republicano John Bohener para que ele discursasse no congresso norte-americano contra o acordo nuclear iraniano.

No entanto, a Casa Branca advertiu que não foi notificada a respeito da vinda de Netanyahu, o que gerou desconforto após Obama se negar a encontrá-lo, sob a justificativa de que uma eventual reunião pudesse influenciar as eleições gerais israelenses, que aconteceriam na semana seguinte à visita do premiê.

A 'bagunça' brasileira citada pela Bloomberg!


A Presidente Dilma e ‘bagunça’ brasileira são capa da Bloomberg Bussinesweek

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O gigante sul americano  voltou hoje a ser destaque na imprensa internacional com a nova capa da Bloomberg Businessweek. A publicação desta semana traz a presidente Dilma Rousseff cercada por barris de petróleo, em alusão ao escândalo da Petrobras, com o título de ‘Brazil is burning’ (“Brasil está queimando”, em tradução livre).
A reportagem entretanto, é acompanhada por entrevistas exclusivas de Dilma para o site da Bloomberg. A revista classifica a situação do país como ‘bagunça’. As matérias apresentam uma presidente que luta para reconquistar a confiança dos eleitores e investidores globais em meio a uma economia fraca e um forte escândalo de corrupção na principal estatal brasileira.
Segundo a Presidente, a recuperação da credibilidade da companhia deve ocorrer após a publicação das demonstrações financeiras auditadas até o final de abril. Ela também negou a hipótese de que sabia do esquema de fraudes que abalou a empresa. A Bloomberg cita, que desde que a petista tomou posse, em janeiro de 2011, o real caiu 48% e o Índice Bovespa recuou 26%.
Com uma queda brusca de 13% nos índices de aprovação, medidos pelo Datafolha, a Bloomberg aponta que, se as eleições fossem hoje, Dilma perderia para o tucano Aécio Neves (PSDB). Ela venceu a reeleição no fim do ano passado com 51,6% dos votos.
Como perspectiva futura, ela disse que a aceleração de concessões de infraestrutura e a restauração da confiança na Petrobras colocarão o Brasil de volta no caminho do crescimento no início de 2016. ”O gigante está de pé”, completou.
Percebe-se que não será fácil retomar o caminho de progresso conquistado ao longo dos últimos 15 anos, pois o país encontra-se mergulhado numa crise sem precedentes e com suas instituições desacreditadas e mergulhadas em corrupção por todos os lados.

Dengue in São Paulo.


In 3 Months, Deaths due to Dengue Outnumber 2014 Total in São Paulo


Deaths due to dengue fever in the State of São Paulo have outnumbered, in the first three months of the year, the total of registered deaths for the entire year of 2014.
Data collected in the top 60 municipalities with registered dengue infections shows that there have been at least 92 confirmed deaths - in contrast to 90 between January and December 2014.
The latest update to the number of infected people released by the State of São Paulo Health Department - which received data from the town halls, alas with some delay - suggested, past week, there had been 70 deaths across the 645 municipalities.
According to the department and to epidemiology specialists, due to the weather and to the insect's behavior, the disease should reach its peak in May. After that, with lower temperatures and less rain, number of infections should drop.
A vaccine capable of protecting against four types of dengue virus is being tested, but should only be ready next year.

sábado, 4 de abril de 2015

A política norte americana de sanções.

América Latina não aceita sanções contra a Venezuela.

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Segundo Roberta Jcobson, subsecretária norte-americana para assuntos latino americanos, há um rechaço dos países latino americanos às sanções impostas pelos Estados Unidos contra a Venezuela, após o Presidente Barack Obama ter declarado que o país sul americano é uma ameaça não usual à segurança dos Estados Unidos.
Isso é algo intrigante e que merece questionamentos, senão vejamos, como um pais cheio de problemas como a Venezuela poderia se tornar uma ameaça à nação mais poderosa do planeta? Em que sentido os americanos acreditam nisto?
A diplomata reconheceu, no entanto, que, apesar da possibilidade de haver outras maneiras de apresentar o decreto, as sanções unilaterais de Washington “nunca serão apoiadas” pelos países da América Latina — inclusive entre seus aliados — devido ao histórico de intervenções norte-americanas na região.
Em 9 de março, Obama lançou um decreto no qual a Venezuela era classificada como uma “ameaça extraordinária e não usual à segurança nacional e à política exterior dos Estados Unidos” e ordenou o bloqueio de contas e a proibição da entrada de sete funcionários do governo venezuelano no país.

Além de diversos líderes da região terem se posicionado contrariamente às sanções, organismos como a Unasul (União das Nações Sul-Americanas), Alba (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América) e Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos) rechaçaram as medidas e pediram que Obama as revogue.
A casa branca espera que tal polêmica não seja abordada por ocasião do encontro da Cúpula das Américas.
Pesa contra tal medida, o histórico de intervenções dos Estados Unidos na América Latina, fazendo com que os países da região não aceitem as sanções norte americanas em relação à Venezuela.

O Livro da vida!


O Livro da Vida e os vencedores



Um assunto quase nunca tocado por calvinistas é o livro da vida, onde está o nome de todos os salvos. Se Deus risca o nome de alguém do livro da vida, isso significa  que uma pessoa salva está sendo tirada do rol dos que obterão a vida eterna, e, consequentemente, perdendo a salvação. Assim sendo, se o Arminianismo é verdadeiro, devemos encontrar algum tipo de descrição bíblica onde um nome é retirado do livro da vida. Por outro lado, se o calvinismo for verdadeiro, não devemos encontrar nenhuma descrição assim, ou teríamos que esperar citações dizendo que é impossível que um nome seja retirado do livro.

Alguns afirma que “jamais Deus apagará o nome de alguém do livro da vida”[1]. Essa afirmação é claramente equivocada à luz das Escrituras, pois é notável, por toda parte, citações que mostram Deus riscando o nome de alguém no livro. O livro da vida aparece desde o Antigo Testamento, e desde aquela época já estava explícita a ideia de que Deus tira nomes do livro:

“Sejam eles tirados do livro da vida e não sejam incluídos no rol dos justos” (Salmos 69:28)

Se Moisés, o autor do Pentateuco, cresse que era impossível que Deus tirasse algum nome do livro da vida, jamais teria pedido isso:

“Agora, pois, perdoa o seu pecado; se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito. Então disse o Senhor a Moisés: Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do meu livro” (Êxodo 32:32-33)

Como vemos, ao invés de Deus responder a Moisés dizendo-lhe que nunca tiraria alguém do livro, ele diz expressamente o contrário: que aquele que pecar contra Ele, teria seu nome riscado. É explícito e claro que é possível que um nome seja retirado do livro da vida. A ideia de que nome nenhum pode ser retirado do livro da vida é estranha às Escrituras e só foi inserida no pensamento de alguns em função de suas crenças calvinistas, que não admitem algo como isso.

No Apocalipse, João reflete o mesmo pensamento ao dizer:

“O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos” (Apocalipse 3:5)

A ideia novamente é a de que é possível um nome ser riscado do livro, e que é necessário “vencer” para não ter o nome riscado. Se fosse impossível que um nome fosse riscado, jamais Jesus teria dito que o que vencer não teria o nome riscado. Seria uma redundância desnecessária. A afirmação presume que nomes podem ser riscados. Portanto, de modo implícito e também explícito, tanto o Antigo como o Novo Testamento atestam a possibilidade de um nome ser retirado do livro da vida. Desde Moisés (Êxodo.32:32-33), passando por Davi (Sl.69:28) até João (Apocalipse.3:5), esse pensamento era claro.

Nomes seriam “tirados do livro da vida” (Sl.69:28), “riscados do meu livro” (Êxodo.32:32-33) e somente o que vencer é que não teria seu nome riscado (Apocalipse.3:5). Impressiona que mesmo diante dessas evidências tão claras na Bíblia ainda tenha pessoas que se oponham a este ensino e creiam que Deus não risca ninguém do seu livro, ou que “jamais se diz que Deus apagará o nome de alguém do livro da vida”. Esperar-se-ia isso de principiantes no estudo da Bíblia, não de teólogos renomados.

Concluindo, se os versos que apontam para “riscar o nome do Livro” são verdadeiros, e são, logo, também é verdadeiro que o nome riscado já esteve escrito no livro. Se esteve escrito no livro da Vida, então não há como pensar na hipótese que a referida pessoa não era escolhida de Deus, pois Deus não ia brincar de ficar escrevendo no livro da Vida e riscando também. Ora, só resta uma alternativa: a pessoa teve seu nome inscrito no livro quando foi salva e teve seu nome riscado do livro no momento em que perdeu sua salvação. Esse é o grande trunfo do cristianismo: simplicidade. Essa simplicidade já foi cantada em outros versos, sendo que esse, inclusive, foi dito pelo próprio JESUS a João: “aquele que perseverar até o fim será salvo.”